Pioneirismo
dentro do comércio
No dia 18 de outubro de 1934,
o ministro do Estado dos Negócios do Trabalho,
Indústria e Commércio, Agammenon Magalhães,
assinou a carta de reconhecimento do Syndicato Patronal
dos Commerciantes a Varejo de Ferragens (conforme
grafia de época), com sede na capital do Estado
de São Paulo. Nascia assim o SINCOMAVI, que
ao longo de seus mais de 60 anos, mudou algumas vezes
de nome, mas manteve seu objetivo de defender o comércio
que representa.
A primeira alteração ocorreu em 1941,
quando em 15 de maio o ministro interino, Waldemar
Falcão, assinou documento que mudou o nome
para Sindicato do Comércio de Maquinismos,
Ferragens e Tintas de São Paulo. Em 15 de fevereiro
de 1962 foi a vez de Franco Montoro, então
ministro do Trabalho, que definiu nova alteração
para Sindicato do Comércio Varejista de Maquinismos,
Ferragens, Tintas, Louças e Vidros de São
Paulo. Finalmente chegou à denominação
atual em 18 de outubro de 1988, quando foi incluído
o setor varejista de material de construção,
estendendo a base territorial para a Grande São
Paulo. As mudanças de nome não significaram
apenas alterações burocráticas,
mas uma saudável ampliação de
responsabilidade e de campo de ação
do SINCOMAVI, sempre em benefício das empresas
do segmento.
Hoje o sindicato representa legalmente as empresas
varejistas de material de construção,
maquinismos, ferragens, tintas, louças e vidros
com sede na Grande São Paulo. Isso significa
que os estabelecimentos, por menores que sejam, ao
pertencer a um desses setores, têm ao seu lado
uma entidade sempre pronta a defendê-los, além
de lhes prestar inúmeros serviços e
convênios.
O SINCOMAVI esclarece dúvidas, amplia contatos,
faz chegar às autoridades reivindicações
e interfere a favor das empresas que representa no
relacionamento com fornecedores, atacadistas, indústrias,
autarquias e entidades sindicalizadas de trabalhadores.
O SINCOMAVI é filiado à Federação
do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio)
e ao Sicomércio da Confederação
Nacional do Comércio (CNC). |