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Ritmo se mantém aquecido
02/09/2008
Parece que os efeitos da crise americana não chegaram ainda ao varejo brasileiro. As consultas ao Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC) da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) continuam mantendo bom ritmo e cresceram 16% em setembro deste ano, comparado ao mesmo período do ano passado. Já o SCPC-Cheque registrou um avanço menor, mas ainda expressivo: 6,6%.

O presidente da ACSP, Alencar Burti, pondera que é preciso ter cautela ao analisar os impactos da crise dos EUA, sobretudo no Brasil, porque aqui seus efeitos ainda não foram e nem devem ser sentidos na mesma intensidade dos mercados americano e europeu. "Contudo, isso não nos permite deixar de tomar todas as precauções para reforçar nossas defesas a fim de evitar que a crise nos atinja de forma mais aguda", alertou Burti. 

Os registros recebidos (que entraram para o cadastro) atingiram 18,7% ligeiramente acima dos registros cancelados (que deixaram o cadastro), que ficaram em 17,2%. Isso mostra, segundo Burti, que a inadimplência teve uma ligeira alta, mas ainda controlada e "dentro do esperado".

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Otimismo continua em alta
23/09/2008
O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) contou com uma elevação de 1,8% em setembro em relação ao mês anterior. A pesquisa realizada pela Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP) verificou ainda a expectativa com o momento atual e futuro. O Índice das Condições Econômicas Atuais (ICEA) apresentou retração de 2,7% em relação a agosto.

Já a percepção em relação ao futuro, contemplada pelo Índice das Expectativas do Consumidor (IEC) também teve alta de 4.9% em relação a agosto.

De acordo com a Fecomercio, a pesquisa apurou comportamento divergente, afinal enquanto os consumidores de renda mais baixa elevaram suas avaliações, a classe de renda mais alta mostrou cautela. Os consumidores com renda mais baixa - muito mais afetados pela alta dos itens alimentícios – com a notícia da desaceleração dos preços melhoram significativamente suas avaliações. Já os consumidores com renda acima de 10 salários mínimos revelaram grande cautela nas suas avaliações em relação à situação econômica do Brasil, justificadas pela percepção das incertezas do cenário externo, e, sobretudo das variáveis juros, câmbio e inflação.

 

 

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