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Pesquisa
Economistas apostam em melhora
03.02.2010
O Índice de Sentimento dos Especialistas em Economia (ISE), calculado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio-P) em parceria com a Ordem dos Economistas do Brasil (OEB), contou com uma elevação de 3,7% em fevereiro em relação a janeiro. Comparando-se com o mesmo período do ano passado, época de crise, houve aumento de 44,7%.
Segundo a Federação, a alta deste mês foi influenciada principalmente pela visão que os economistas têm da situação futura, que se elevou 6,7%, atingindo 118,1 pontos, enquanto a avaliação da conjuntura atual permaneceu praticamente estável, com 99,3 pontos (+0,4%). Dos nove itens analisados para a medição do indicador, seis estão no patamar otimista, sendo que dois deles contribuíram para a expectativa otimista dos economistas quanto ao futuro: Taxa de Câmbio e Nível de Emprego. “Apesar da melhora marginal do câmbio em fevereiro na comparação com janeiro, a análise dos economistas é de que a cotação ainda está inadequada, mas deverá se ajustar no prazo de um ano”, explica o economista da Fecomercio-SP, Guilherme Dietze.
O Nível de Emprego (149,9 pontos, aumento de 10,9%) também foi outro destaque positivo do ISE em fevereiro. A percepção dos economistas é de que há uma melhora no emprego tanto na situação atual (140,7) quanto para daqui a um ano (159,2).
Calote
Pesquisa aponta redução no endividamento
25.02.2010
Em fevereiro ocorreu uma pequena queda nos níveis de endividamento das famílias paulistas, segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio). O índice caiu de 44%, em janeiro, para 43%, em fevereiro, de famílias endividadas, o que representa, em números absolutos, uma queda de 1,589 milhão para 1,538 milhão de famílias.
O levantamento ainda identificou que 12% das famílias paulistas têm contas em atraso, recuo de 2 pontos porcentuais em relação a janeiro, o que representa, segundo a Fecomercio, que cerca de 441 mil famílias efetuaram pagamentos das contas em atraso em fevereiro, ante 501 mil, em janeiro
Na avaliação da economista da Fecomercio, Adelaide Reis, os bons resultados observados na economia brasileira, sobretudo nos indicadores de emprego e de renda, ambos em crescimento, refletiram positivamente no bolso do consumidor, que está aproveitando o início do ano para quitar dívidas e pagar contas em atraso, ao mesmo tempo em que mantém elevado o consumo. "A expansão da massa salarial nos últimos meses, o aumento na oferta de crédito ao consumidor e a queda nas taxas de juros certamente contribuem para o equilíbrio financeiro das famílias neste início de ano", afirma. "Cabe ressaltar ainda, entre os fatores que podem explicar os bons resultados da PEIC em fevereiro, o aumento do salário mínimo e a alta no Índice de Confiança do Consumidor (ICC da Fecomercio), que atingiu 159 pontos este mês, além da elevada propensão ao consumo".

Comércio
IPV registra alta nos preços do setor de materiais de construção
23.02.2010
O Índice de Preços no Varejo (IPV), da Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP), contou com um aumento em janeiro de 0,63% em comparação a dezembro do ano passado. Nos últimos 12 meses, o IPV acumula aumento de 1,30%. Dos 21 grupos analisados pelo IPV, 14 finalizaram janeiro com preços mais elevados, inclusive materiais de construção. Este setor acusou uma elevação de 0,91% no primeiro mês de 2010 em razão da maior demanda com a perspectiva de término da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), prevista para março. “O comportamento não deve ser entendido como uma tendência, mas como um realinhamento de preços, tendo em vista que, no período de 12 meses, o setor acumula variação negativa de 1,96%”, avalia a economista da Fecomercio-SP, Júlia Ximenes.
Mercado
Serasa registra queda na procura por crédito
08.02.2010
O Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito, após alta em novembro e dezembro do ano passado, contou em janeiro de 2010 com uma retração de 1,1% na quantidade de pessoas interessadas na obtenção de crédito. Em relação ao mesmo mês de 2009 , essa demanda avançou 14,0% em função do primeiro trimestre do ano passado ter sido bastante retraído.
Com exceção da faixa de renda pessoal mensal compreendida entre R$ 1.000,00 e R$ 2.000,00, cuja demanda por crédito cresceu 0,4% em janeiro, todas as demais faixas de rendimento apresentaram queda na procura por crédito no mês passado.
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